[ASTAROTH] Fichas

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[ASTAROTH] Fichas

Mensagem por Freya Magnum em Seg Jul 17, 2017 12:45 am





Aqui serão postadas as fichas do personagem Astaroth Magnum, filho de Hécate e Espectro de Érebus.
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Re: [ASTAROTH] Fichas

Mensagem por Freya Magnum em Seg Jul 17, 2017 2:04 am

Nome: Astaroth Magnum
Idade: 20 anos
Deusa Escolhida: Hécate
Porque quer ser reclamado por esse Deus: A deusa da magia, escolhas e nevoa nunca foi uma divindade que eu escolhi como progenitora e queria fazer algo diferente desta vez. Pensando em um personagem que eu quisesse fazer e fosse diferente do padrão que normalmente sigo para escolha de pai ou mãe divino, optei pela deusa Hécate.
História: Astaroth foi o primeiro dos dois filhos de Hécate e Joshuael, sendo irmão mais velho de Freya Magnum. Nascera em uma noite de lua cheia, no decimo terceiro dia de setembro, misteriosamente na mesma hora que a irmã, três em ponto da madrugada, apesar de em dias diferentes e quatro anos antes. Nasceu em Lyon, França, e foi o primeiro dos irmãos a sentir o desprezo e abandono do pai, do qual tinha algo da aparência. Astaroth, apelidado carinhosamente pela irmã de Asta, tinha cabelos castanhos, pele clara e olhos verdes. Possuía o sangue da deusa da magia correndo em suas veias e havia algo exótico em sua aparência que as pessoas não conseguiam explicar.

Desde o nascimento e por toda sua infância e adolescência, seu pai fora ausente e, quando viam-no, ele agredia física e verbalmente ambos os filhos, não raras as vezes deixando-os cheios de hematomas e machucados, escondidos por suas roupas. Seus avós paternos, apesar de saberem das agressões, não faziam nada para impedir, o que irritava o rapaz. Tais avós nunca diziam a ele e a irmã o motivo de seu pai ser tão ausente. Devido aos problemas que tinham em casa, os irmãos cresceram muito unidos e próximos, criando uma relação forte e que persistiria por longos anos. Por sua proximidade, Astaroth sempre possui um comportamento de natureza protetora para com sua irmã.

Apesar de muito próximos, as diferenças em personalidade de ambos os irmãos era evidente, mesmo que compartilhassem alguns problemas, como o TDAH e a Dislexia. Astaroth é calmo e frio, com um comportamento indiferente com relação a maioria das pessoas. Muitas vezes, seus pensamentos são escondidos atrás de um sorriso e seu cinismo é uma característica constante em seu comportamento. É capaz de se utilizar de tudo que pode para ter o que quer e para sobreviver. As noções de honra para o rapaz aparentemente não existem. Porém tudo isso era oculto com seu bom humor, o que aparentemente atraia as garotas.

Ambos apenas perceberam quando, após Astaroth marcara de sair com uma garota de sua turma. A irritação de sua irmã e o fato de Freya se recusar a falar direito ou olha-lo deixava o rapaz de fato muito curioso e desconsertado, pois era a única pessoa com que o filho da magia poderia contar. Tal reação dela fizera que o rapaz desistisse de sair com Katherine e foi para casa, tentar se reconciliar com a irmã, a única pessoa com a qual sua personalidade parecia menos problemática e com que ele sentia-se confortável o suficiente para ainda dizer o que pensava e sentia.

Quando o rapaz chegou em casa, encontrou Freya em seu quarto chorando. A forma com que ela chora cortou o coração dele de tal forma que o rapaz nunca imaginou ser possível. Sem jeito, ele se aproximou e abraçou desajeitado a irmã. Sem dizer nada, ambos ficaram abraços enquanto a jovem chorava no ombro dele e o rapaz mexendo em seus cabelos. Então, em meio as lagrimas, os irmãos se olharam nos olhos e, pela primeira vez, viram o interesse um do outro por si. Os lábios dos dois se encontraram, timidamente. A mão destra do rapaz deslizou para a cintura dela e a mão canhota da jovem tocara sua face em uma caricia delicada. Não passara muito de alguns beijos e caricias, por cima das roupas.

A partir daquele dia, os dois passaram a manter um relacionamento romântico secreto, passando ainda mais tempo juntos do que passavam antes. Dormiam juntos com frequência e faziam programas como ir ao cinema juntos ou tomar sorvete. As pessoas entendiam aquilo como atividade de irmãos muito próximos, mas ambos sabiam que eram atividades disfarçadas de namorados. Sua relação era o segredo mais bem guardado dos filhos de Hécate e Joshuael. Fora nesse contexto de união que o grande mal acontecera.

Seu pai, que agora passava um pouco mais de tempo em casa - e os espancava com mais frequência -, acabara deixando escapar próximo dos filhos que, além do trabalho dele como historiador com campo de pesquisa em religiões pagãs, trabalhava também como agenciador de garotas de programa. Os filhos ficaram com medo e preocupados com aquilo - pois sabiam que o pai poderia até ser preso, mesmo que os dois nem tivessem tanta ligação com o pai assim. O que eles descobriram serviu mais para que eles fossem especialmente cuidadosos para ocultar seu próprio relacionamento do pai, pois sabiam que ele era uma pessoa complicada e perigosa.

Sua irmã havia ficado doente e, incapaz de ir a escola, ficou em casa descansando. Durante toda aquela manhã, foi ainda mais difícil se concentrar nas aulas do que seria sem a preocupação adicional de sua paixão em casa, sozinha com o pai dos dois. Quando a aula terminou, Astaroth foi correndo para casa para que pudesse cuidar de Freya e impedir que o homem fizesse algum mal com sua irmã. Se ele tivesse chegado um minuto mais tarde, talvez não tivesse conseguido impedir que o próprio pai estuprasse a própria filha e, talvez, começasse a prostituir a mesma.

Em um misto de desespero e ódio por ver o homem agarrando sua irmã, Astaroth pegou um abajur na cômoda próxima a porta e bateu com ele na cabeça do pai, aproximando-se sem ser notado. A adrenalina havia lhe fornecido mais força do que ele achava ter e o abajur quebrou com o choque na cabeça do adulto. Confuso e desequilibrado, foi fácil tira-lo de cima da garota. Freya aproveitara esse momento, movida por suas emoções, para ir a cozinha buscar uma faca e por diversas vezes esfaqueou o pai. Em algum momento, Asta tomara de sua mão a faca e usou a lamina para cortar a garganta dele, sendo difícil definir o que o matou primeiro. Poderiam ter deixado a faca ali e só fugir, ter pego roupas ou qualquer coisa... Mas eles entendiam que haviam matado uma pessoa.

Após a garota trocar de roupas e colocar o pijama dentro de um saco descartável, tal como todo o dinheiro que eles tinham e encontraram na casa. Antes de sair, porém, eles se deram o trabalho de limpar digitais em portas e, usando luvas, quebraram algumas coisas, bagunçaram outras. Andaram sem rumo por horas, até chegarem a um rio caldoso, onde jogaram a faca, tiraram as roupas do saco e jogaram-nos também no rio. A água levaria as evidencias para longe e as livraria das digitais presentes na faca, tal como o sangue. Não haveria como relacionarem aquela arma ao crime e nem os dois - ou melhor, teria como relacionar eles e notariam a faca sumida, mas não os achariam.

Nos dias seguintes, eles trataram de sair da cidade e, depois, do estado o mais rápido que puderam, pegando caronas e táxis. Era difícil explicar porque um jovem e uma criança estavam andando sozinhos por ai, mas sempre havia um jeito de burlar aquilo e, por fim, saíram do alcance da policia estadual. Como sempre pegavam iam para longe de onde diziam que realmente iam e esperavam o carro de quem lhes deu carona ou táxi sumir antes de procurar para onde ir, era difícil encontrar os dois. Eles comiam mal, sempre preocupados. Compraram roupas novas uma ou duas vezes, trocando-se para confundir as procuras. Ligaram de um aparelho publico para os avós, explicando o que aconteceu após quase um mês de fugas, e, sabendo que o telefone deveria estar grampeado, foram embora dali o mais rápido possível. Nesse período, o rapaz fizera uma tatuagem nas costas escrito "Mementos Mori", para lembrar que ele um dia iria morrer e que não podia fazer tudo sozinho.

Eles não tinham uma vida fácil nas ruas e logo o dinheiro acabara, forçando-os a roubar e fazer pequenos trabalhos por ai para ter o que comer e como se deslocar de um lugar para o outro, sempre com medo e nunca em segurança. E fora assim que ambos viram seu primeiro monstro. Astaroth já possuía treze anos, a idade com que todo semideus deveria ser reclamado por seu pai, e seu cheiro de semideus já era capaz de atrair monstros. Andando pelas ruas, sem destino, os dois certamente atraiam monstros. Dois semideuses juntos nunca era boa coisa.

Duas dracaenae cercaram os semideuses em uma rua sem saída da França. Estavam desarmados e incapazes de se defender, uma vez que não possuíam poderes e, instintivamente, sabiam que briga de rua simplesmente não iria resolver o problema. Estavam assustados, com Astaroth na frente de Freya para defendê-la daquelas criaturas, cuja forma oscilava na frente deles de mulheres meio-serpentes e humanas muito altas. Provavelmente os dois teriam morrido ali se flechas rápidas não tivessem perfurado os monstros, trespassando-os. Um rapaz de cabelos loiros e pele bronzeada se aproximou dos dois, olhando-os curioso. Com ele, havia um outro rapaz que andava estranho e cheirou o ar por um tempo, olhando os dois.

Naquele momento, a verdade do mundo divino lhes fora revelado. Fora difícil convence-los que deuses existiam, que monstros eram reais e que semideuses eram até comuns, apesar de terem visto os monstros e das pernas de bode do rapaz que cheirara o ar. Entretanto, se o que eles haviam dito fosse verdade, agora eles tinham uma casa, um lugar para ficar. Poderiam encontrar um refugio. Hesitantes, os irmãos concordaram em ir com eles. O que mais poderia acontecer? Nada que fosse pior do que o que eles já haviam passado. A viagem fora longa na opinião deles, talvez pela ansiedade. Entretanto, pelo menos os dois chegaram no Acampamento depois de alguns problemas de percurso - leia-se: monstros.

O começo fora como o costumeiro para indefinidos. Chalé de Hermes, treinos, reconhecimento do lugar, um tempo na enfermaria depois de se machucarem treinando, campos de morango... Estavam sem saber quem era sua mãe divina e se eles seriam reclamados por ela, um dia. Porém demorava, as vezes, para o progenitor se revelar. Os dois estavam quase perdendo as esperanças quando Hécate reclamara-lhes como filhos, em um jantar durante a lua nova.
Habilidades: Resistência e Peruação
Presentes de reclamação: Cajado [Esse item é extremamente importante para a realização de magias mais complicadas. O cajado é cerca de 20cm maior que o semideus e ao contrário dos cajados clássicos esse é de metal, na ponta do cajado há uma bola de cristal cujas cores podem variar entre: Azul, roxo e preto(dependendo da escolha da face), o cabo vai afinando até chegar a ponta assemelhando-se a uma lança, ou seja, o cajado pode der utilizado para atacar. Quando não está em uso, o cajado toma a forma de lightstick.]

White Eyes / Canalizador [Ao utilizar magias que exijam muita energia, os olhos dos filhos de Hécate se tornam brancos, esse presente foi dado pela deusa para que seus filhos possam receber da lua energia para a conclusão de suas magias. Ao usar o White Eyes, independente do lugar em que o semideus está, ele sugará energia lunar, tal presente pode ser utilizado apenas 2 vezes por turno.]

Lua Minguante / Tiara [Essa tiara pode ser tida como “Sábia”, quando utilizada pelo filho de Hécate, o semideus demonstra ter uma sabedoria que abrange vários assuntos podendo ir desde magias/feitiços/rituais (embora não consiga realizá-los) até conhecimentos de batalhas, o jovem também pode entender de plantas e ervas venenosas. A tiara é invisível e pode ser utilizada o tempo todo já que quando utilizada parece apenas uma tatuagem, ou seja, não tem peso. Para retira-la basta tocar a lua na tiara que ela se torna física.]
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Re: [ASTAROTH] Fichas

Mensagem por Freya Magnum em Seg Jul 17, 2017 3:38 am

Nome: Astaroth Magnum
Idade: 20 anos
Progenitor: Hécate
Por que quer ser um espectro? Astaroth nunca suportou o papo de se comportar e a forma com que as pessoas sorriam sempre como se a vida fosse ótima. Essa hipocrisia somava-se a atração do rapaz pelas sombras e o desejo, nem sempre silencioso, por poder atraíram ele para seguir Érebo. Para o semideus, o deus primordial poderia oferecer a ele o poder que desejava e a capacidade de proteger sua irmã, que era a única pessoa que ele se importava, e achava que entre os seus seria menor a hipocrisia que tanto odiava.
História: O silêncio da noite era profundo e as trevas estavam tomando conta de tudo na floresta, onde o rapaz havia se isolado. Não quisera nem a companhia de sua irmã, Freya, naquela noite. Apesar de adorar ficar com a morena, precisava ficar sozinho um pouco. As trevas e aquele silêncio sombrio acalmavam ele, fazendo que ele pudesse pensar. O Acampamento não era lugar para ele e sentia-se incrivelmente deslocado ali. Não era lugar para ele e, apesar de sua mãe ser aceita no Acampamento, sentia os olhares estranhos para ele. Uma consequência de seu relacionamento incestuoso? Era possível. Ou simplesmente sua natureza menos amigável que a da irmã afastasse as pessoas comuns dele, tornando-o uma pessoa a ser evitada. Não importava, no fim das contas, qual das alternativas era a correta: essas ou as várias outras que podia achar, se pensasse um pouco.

Seus dedos pegaram um pouco da terra da floresta e deixou-a escorrer entre os dedos. O que fazia ali ainda? Podia se defender lá fora, tinha quase certeza, e manter sua jovem protegida a salvo do mal. Foi nesse momento que parou para pensar um pouco. Semideuses atraiam problemas e quanto mais semideuses juntos e mais tempo fora do Acampamento, pior ficava. Sua irmã iria querer segui-lo, naturalmente, mas isso significava que sua amada Freya estaria em perigo por causa dele e de seu egoismo, sua recusa em ficar no único lugar seguro para semideuses. Ou quase seguro, na verdade. Sua irmã precisava ficar naquele ambiente para ficar segura. Se o preço a ser pago por sua segurança fosse ficar naquele inferno, ficaria. A menos que ele encontrasse alguma outra forma de cuidar dele.

Após sua irmã ser tocada por Nyx e escolhida como sua sacerdotisa, ela havia dito-lhe algo sobre ele precisar entregar-se para as trevas e o vazio. O que queria dizer com aquilo? Por dias havia se perguntado o que significava, mas o homem percebeu o que ela estava sugerindo. Tentava estimular ele a seguir o caminho que ele tanto ansiava, havia dado a ele a chance de se entregar ao desejo que vinha do fundo da alma e parecia disposta a continuar ao lado dele caso fosse possível. Quem sabe assim fosse possível para os dois sobreviverem lá fora.

Estava na hora de entregar-se as trevas, então, como a natureza dele pedia que o fizesse. Estava na hora de tornar-se o que ele havia nascido para ser. Não havia mais chances para fugir do que ele precisava e sentia necessidade. Astaroth estava prestes a renascer para sua vida nova.

Presentes de Reclamação:
• Blinded in Chains - Uma corrente feita de prata e ferro estígio. Inicialmente na forma de um cinto de corrente, pode estender-se do tamanho que o semideus preferir. Ao seu comando, é coberta por uma chama negra em toda sua extensão. Com o contato no oponente, pode provocar-lhe queimaduras graves.

• Daemon - Armadura feita de prata. Porém, ao ser banhada no Estige, tornou-se negra. Permite ao usuário camuflar-se nas trevas, além de absorver até 25% dos danos, se utilizada durante a noite. Quando não utilizada, toma a forma de uma jaqueta de couro preta.

• Unholy - Arco longo, de ferro estígio. Suas flechas são feitas de vácuo puro, criadas no contato dos dedos do usuário com a corda do arco. Ao atingir o alvo, causam-lhe uma diminuição de sua velocidade e força, podendo, à escolha do narrador, causar-lhe um turno de amnésia, onde ele não se lembrará quem é ou o que está fazendo.
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